Ricardo Mituti

É jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo. Apesar de não assiná-lo profissionalmente, carrega um Junior como último sobrenome.
Passou por Jornal do Brás, diário Lance!, UOL, A Tribuna e Jornal Nippo-Brasil. Foi repórter, repórter especial, editor, editorialista e diretor de conteúdo, mas sempre preferiu a vida fora das redações.
Começou a atuar como assessor de comunicação no ano 2000.
Entre 2007 e 2017, foi editor, diretor de Conteúdo e diretor de Negócios e Atendimento do Grupo Intelligenza, à frente da ELEVEN PRESS Assessoria, núcleo de comunicação corporativa da empresa.
Estreou na escrita em 2009 como coautor da não ficção O Brasil do Sol Nascente, sobre o centenário da imigração japonesa no País. Em 2015, lançou o livro de contos Histórias (Quase) Verídicas. Dois anos mais tarde, foi a vez do romance Órfãos de São Paulo. Em 23, Leio, Logo Existo, de crônicas e contos. Em 2025, publicou seu primeiro infantojuvenil: O Macacão Amarelo.
Empreendedor cultural, passou a atuar como produtor de eventos literários em 2019. É idealizador e organizador da Residência Literária Dias Raros, da Vivência Literária Dias Raros, da Residência Literária Faz & Conta — especializada em literatura infantojuvenil — e do Viva Livros – Uma Experiência Literária. Idealizou e apresentou, entre 2016 e 2018, o talk show Epígrafes, na internet. De 2022 a 2023, foi coapresentador do podacast Leia a Bula, com Profº Dr. Dante Gallian (UNIFESP). Entre 2024 e 2025, foi cronista do caderno de Cultura do jornal O Popular, de Goiás.
Sócio-proprietário da agência de comunicação e conteúdo MTT Comunicação, é, ainda, coordenador do Laboratório de Leitura, experiência de humanização por meio da literatura — objeto de pesquisa que lhe rendeu o título de Mestre em Ciências pelo Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM-UNIFESP) em 2022.
Também atua como mediador de debates, palestrante, mestre de cerimônias, produtor, editor e ghost writer.

Blog

Confira aqui meus últimos posts

25 de fevereiro de 2026

Leituras do Ano – 2026: lista atualizada

14 de fevereiro de 2026

Leituras do Ano – 2026: lista atualizada

Livros

Conheça minhas obras

Depoimentos

 

Veja o que os leitores e leitoras falam sobre meus livros

  • <B>Rogério Bernardo da Silva</B>
    O Macacão Amarelo
    Gostei muito do que li — da sensibilidade e da afetividade que o texto deixa transparecer nas especificidades das representações em questão. Nesse sentido, entendo que seja nesse ponto que a narrativa tem seu maior mérito: na capacidade de construir uma representação verossímil de um contexto familiar problematizado a partir do processo de adoção de uma criança negra por uma família aparentemente pertencente à classe média urbana. Em outras palavras, trata-se da representação de uma família que também está em jornada de construção, pois busca erigir as melhores maneiras de lidar com as questões da adoção e, ao mesmo tempo, as melhores formas de lidar com o racismo, por um lado, e com uma educação antirracista, por outro. A riqueza da narrativa, portanto, concentra-se tanto na jornada de Bernardo quanto na busca pela construção de uma identidade familiar, de maneira que cada indagação, dilema e indignação revelam a verossimilhança e a adequação existentes entre os lugares de fala e os discursos proferidos.
    Rogério Bernardo da Silva
    Mestre e licenciado em Letras pela USP e especialista em Educação Básica. Atuou na área de Pedagogia como professor coordenador pedagógico e formador de professores. Tem experiência na área de Educação e Letras com ênfase em Pedagogia de Projetos, ensino e aprendizagem, currículo, avaliação educacional, alfabetização, ensino de leitura e escrita, educação literária e Língua Portuguesa
  • <B>Haianna Lima</B>
    O Macacão Amarelo
    Este livro é uma obra sensível, corajosa e necessária, que consegue equilibrar ternura e consciência crítica de forma magistral. A escolha do título é, por si só, um gesto político-literário potente. Transforma o que poderia carregar violênci história em símbolo de amor, acolhimento e pertencimento. O que mais me impressiona é como o livro aborda as diferentes camadas do racismo com naturalidade e profundidade. A obra é perfeita para disparar conversas sobre educação antirracista justamente porque não perde a ternura ao enfrentar a dureza do racismo. A linguagem é acessível sem ser simplista, a narrativa é envolvente sem ser escapista. É um livro que pode ser lido por crianças, adolescentes e adultos, e que oferece camadas diferentes de compreensão para cada público.
    Haianna Lima
    Pedagoga, Psicopedagoga e Educadora Antirrascista. Licenciada em História, com especializações em História e Cultura Afro-brasileira, História da África e do Tráfico Transatlântico, e Educação e Direitos Humanos
  • <B>Índigo Ayer</B>
    O Macacão Amarelo
    Essa é uma história sobre adoção, preconceito racial, afeto, família, mas... acima de tudo, humanidade. Bernardo é um narrador encantador. Direto e reto. A história é sobre seu processo de adoção, mas no fim eu saí com a convicção de que, com seu jeitinho singelo, é ele quem nos adota como leitores. Digo por mim. E algo me diz que será assim com você também.
    Índigo Ayer
    Escritora e roteirista. Autora de mais de 40 livros infantojuvenis
  • <B>João Anzanello Carrascoza<B>
    Leio, Logo Existo
    Em Leio, Logo Existo pode-se encontrar o estilo, a sensibilidade e a irreverência de Ricardo Mituti, um prosador que conhece profundamente as fundações da nossa cultura e sabe, como poucos, misturar com inteligência e graça o rio da tradição às águas correntes do mundo contemporâneo.
    João Anzanello Carrascoza
    Escritor
  • <B>Xico Sá<B>
    Leio, Logo Existo
    Não há como escrever bons livros sem a condição de bom leitor. Ricardo Mituti sabe disso e exerce essa dupla missão no mundo com maestria – e humor, bote graça nisso! É o tipo de autor que entra no parque da leitura e atrai uma legião para essa brincadeira. Até Kafka entra na roda. E se diverte. Leio, logo recomendo esse belo livro.
    Xico Sá
    Jornalista e Escritor
  • <B>Dante Gallian<B>
    Leio, Logo Existo
    Leio, Logo Existo é um conjunto primoroso de peças literárias que estabelece um círculo virtuoso que, partindo da inspiração suscitada pela literatura, mobiliza a existência e se cristaliza em nova criação literária que, por sua vez, volta a inspirar novas existências. Ele é portanto arte; e arte da melhor qualidade, pois tem efeito estético e suscita a reflexão.
    Dante Gallian
    Historiador, Escritor e Criador do Laboratório de Leitura
  • <B>PAULO ROBERTO FALCÃO<B>
    Histórias (Quase) Verídicas
    Ricardo dosa com maestria em seus contos a ambiguidade, a repetição e o exagero. Mais desses elementos e os relatos transbordariam informações desconexas e irrelevantes; menos, por outro lado, deixaria o leitor à deriva, carente de um desfecho mais digno, como se seu time tivesse sofrido uma inesquecível derrota para o principal rival.
    PAULO ROBERTO FALCÃO
    Treinador de futebol, ex-jogador e comunicador
  • <B>VLADIR DE SÁ LEMOS<B>
    Órfãos de São Paulo
    Um romance, às vezes atroz, mas que traz a doçura das conversas desarmadas que costumamos travar com nossos filhos. Anjos que costumam com sua chegada evidenciar o quanto somos dados à luz dependentes de alguém para nos cuidar. E é também algo sobre o que a cidade grande não ensina: ser feliz tendo menos. Estar atento às armadilhas do conforto. Mas se trata de uma obra, bem sei, nascida do desejo do que a cidade ensina, sim, e a literatura pede. Comprometimento com o ofício. Labuta diária. Certeza de quem sabe que a palavra é pedra para ser lapidada com as mãos. É também uma história de amor e de coragem. De reflexão sobre as dúvidas que habitam o peito, mesmo os daqueles que trazem consigo uma certeza.
    VLADIR DE SÁ LEMOS

    Jornalista e escritor. É apresentador da TV Cultura e autor dos livros Dois Poetas Frente ao Espelho (Folha de Poesia; 1998); A Magia da Camisa 10 (Verus; 2006); O Dia em que me Tornei Santista (Panda Books; 2006); A Cabeça do Futebol (Casa das Musas; 2009); Juízo, Torcida Brasileira (Realejo; 2015) e Os Dias em Mim (Dobra Editorial; 2016)

  • <h5>BRUNO FREITAS</h5>
    Histórias (Quase) Verídicas
    Na era dos smartphones, a urgência das relações ameaça a riqueza da observação do cotidiano. Mas, do lado romântico da vida, ainda contamos com o entusiasmo de jovens cronistas como Ricardo, em sua saga pela beleza do trivial.  
    BRUNO FREITAS
    Jornalista e escritor. Autor do livros Queimando as Traves de 50 (Ed. Ventura; 2013), Em 12 Rounds (Ed. Via Escrita; 2014) e 20 Jogos Eternos do Santos (Maquinária Editora; 2017)
  • <B>ALEX BEZERRA DE MENEZES<B>
    Órfãos de São Paulo
    Mituti nos apresenta um romance cuja urbanidade salta aos olhos, texto límpido em que a próxima frase pode nos levar ao nosso íntimo menos explorado. O drama das personagens tomamos para nós com comedida compaixão; comedida porque todas elas falam de forma tão eloquente, que é difícil escutar a nossa própria voz interior a induzi-las a querer tomar outros caminhos: os delas são os mais adequados do que o que imaginamos.  
    ALEX BEZERRA DE MENEZES
    Escritor. Autor do livro de contos Incandescências (Scortecci; 2005) e do romance Depois do Fim (Simonsen; 2016)
  • <B> JORGE AVANCINI<B>
    Histórias (Quase) Verídicas
    A visão de Ricardo Mituti ultrapassa os limites do jornalismo puro: ele possui faro aguçado para identificar oportunidades e criar boas histórias. A cada gol de placa que ele faz, costumo brincar dizendo que eu queria ter um filho assim.  
    JORGE AVANCINI
    Administrador. Foi diretor executivo de Mercado do Esporte Clube Bahia e vice-presidente de Marketing do Sport Club Internacional
  • <B>OTHEDERALDO JR.<B>
    Órfãos de São Paulo
    O livro é muito atual e informa muito bem sobre o problema da adoção. A leitura é rápida, pois o texto é objetivo e envolvente ao mesmo tempo.
    OTHEDERALDO JR.
    Empresário e escritor. Autor do livro As 11 Fragilidades que Derrubam sua Empresa (Autopublicação; 2017)
  • <B> RODRIGO CAPELO<B>
    Histórias (Quase) Verídicas
    À rara sensação de ler quem me ensinou a escrever, somam-se uma característica aguardada e uma surpresa. O texto metódico, organizado e minucioso de Mituti, como esperado, foi exportado para a crônica com sucesso. A surpresa é que o estilo quadradão do jornalismo e da assessoria de imprensa não tenha atrapalhado em nada o texto literário. Pelo contrário. A fértil imaginação na construção de personagens – tão cotidianos que podiam ser parentes teus – bebeu na fonte da observação da boa reportagem. Há, aqui, um cronista de grande futuro.  
    RODRIGO CAPELO
    Jornalista. É comentarista do canal Sportv
  • <B>JULIANA FALCÃO<B>
    Órfãos de São Paulo
    Ricardo tem o dom das palavras e sabe contar histórias. Há, no livro, muito do autor, com seu jeito polido e inteligente de descrever as coisas; um jeito que faz a gente parar para prestar atenção, para tentar sair da conversa mais culto. É muito sutil e belo o jeito que Ricardo descreve as pessoas e suas ações. Dá para enxergar a cena nitidamente na nossa frente. Parece até que já vimos as personagens pela rua.
    JULIANA FALCÃO
    Jornalista

Laboratório de Leitura

 

Conheça a vivência de leitura compartilhada cujo objetivo é promover a humanização por meio de reflexões suscitadas nos grandes clássicos da literatura universal

Epígrafes

 

Clique aqui para assistir a todas as edições do meu talk show em meu canal no YouTube.
Se preferir, confira abaixo outros conteúdos audiovisuais

Imprensa

 

Confira o que a mídia tem dito sobre o meu trabalho

globo
globo-news
publish-news
cultura